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sábado, 17 de novembro de 2012

Dia 02 - Devocional - 50 dias Transformados pela Palavra

Jornada Espiritual- Dia 2
50 Dias transformados pela Palavra- 
Assista o vídeo com o devocional  para o segundo Dia- com o Pr. Gideão Santiago
Paz e Felicidade

Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço.Salmos 119:165

Não havendo profecia, o povo perece; porém o que guarda a lei, esse é bem-aventurado. Provérbios 29:18
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Todos anseiam ser felizes. 
Ser feliz é o desejo mais profundo do coração humano, mas sem Deus, seu Criador, o homem não consegue ser realmente feliz.Enquanto tentar viver longe de Deus, enquanto se esconder de Deus e tentar viver sua vida como se Deus não existisse, o ser humano não conseguirá ser feliz de verdade.

Precisamos de um relacionamento com Deus através de Jesus Cristo. Chamar a Jesus Cristo de meu Senhor, nisso reside a felicidade permanente. O caminho para uma vida plena de felicidade e alegria se chama Jesus Cristo e consiste naquilo que Ele realizou na cruz por nós, que é o perdão dos nossos pecados. 

Esteja atento à Sua Palavra e tenha a sua vida transformada para melhor e um dia infinitamente abençoado.Deus te guarde.

A minha alma disse ao SENHOR: Tu és o meu Senhor, a minha bondade não chega à tua presença, 
Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente. Salmos 16:2 e 11


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Dia 01 - Devocional - 50 dias Transformados pela Palavra

Jornada Espiritual- Dia 1
50 Dias transformados pela Palavra- 
Assista o vídeo com o devocional  para o primeiro Dia- com Pr. Neumoel Stina
Conhecer , amar e viver a Palavra

Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.João 17:17

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.João 8:32

Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.Salmos 119:105
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Participe desta Jornada e coloque em prática a palavra de Deus em sua vida,pois se tivermos encontros frequentes com Deus e, examinarmos a sua palavra, descobriremos que a palavra de Deus tem o poder de nos tornar novas criaturas, de mudar nossos valores e comportamentos, nos tornando pessoas melhores.

“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresentais os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.1-2).

Tenha um dia abençoado !

Programa 01 - Pequenos Grupos - 50 dias Transformados pela Palavra

Transformados pela Palavra-

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

JE-50 Dias Transformados Pela Palavra-Orientações

Jornada Espiritual “50 Dias Transformados Pela Palavra”
Em um mundo conturbado e de tantas possibilidades e escolhas, como tomar a decisão correta?Onde encontrar a resposta certa?

A solução a todas as suas inquietações encontra-se no livro mais lido e o mais desconhecido,o livro mais amado e o mais odiado,o livro mais obedecido e o mais escarnecido, o mais pregado e o mais combatido!

Venha descobrir as bênçãos do livro que venceu a prova do tempo e que ainda é relevante a este mundo atual e complexo – a Bíblia – a Palavra de Deus!

O projeto dos "50 dias Transformados pela Palavra" consiste em método de 50 dias de intimidade com a Palavra de Deus

Que você possa “Conhecer, Amar e Viver” mais “a Palavra a Cada Dia”. Ao ser exposto(a) as Escrituras, não tenho dúvidas, você será transformado(a), pois ela é a própria Palavra de Deus, e quando o Criador e Mantenedor da vida fala, milagres acontecem. Prepare-se para receber as bênçãos destinadas a todos aqueles que abrem as Sagradas Escrituras.

Que você participante tenha a sua vida impactada pela Palavra de Deus e que haja bênçãos em seu lar e em sua família, esta é a minha oração.

Orientações:

1. Oração-Não se esqueça de orar antes de abrir a Palavra de Deus. É essencial o auxílio do Espírito Santo  para nos guiar pela Escrituras.

2- Semente Lançada- Cristo compara a Sua Palavra a uma semente. E toda semente lançada não será em vão! Comprometa-se a compartilhar a cada dia uma semente - um versículo bíblico, um pensamento que lhe impressionou. Compartilhe-a com um amigo, familiar ou até mesmo a um desconhecido. Não perca a oportunidade de explorar as mídias sociais. Não se esqueça de registrar aquilo que você compartilhou!

3- Devocional Diário-  Assista o vídeo com o devocional  para cada dia e leia em sua bíblia os versos sugeridos.

4- Oração- Sua oração pessoal e intercessora. " A oração é ter intimidade com Deus, busque-o!"

Que Deus te abençoe ricamente nestes “50 Dias Transformados Pela Palavra”!

Adaptado da apostila “50 Dias Transformados Pela Palavra” de  Douglas Pereira -

Desejando receber a apostila completa em doc PDF entre em contato conosco através do e-mail eaderne@yahoo.com.br .

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

JE10º Dia-Jejum Bíblico


Jornada Espiritual 10 Dias de Jejum e Oração- 10º Dia


OS 9 TIPOS DE JEJUM
Texto: Isaías 58: 1 a 12

O Dr. Elmer Towns observou que o texto de Isaías, antes de ser um chamado ao evangelho social, é uma descrição dos resultados extraordinários que podem acontecer quando nos submetemos á disciplina do jejum.

É importante aprender nessa passagem os tipos de jejuns que não agradam a Deus bem como compreender os tipos que  ele escolhe. O povo estava jejuando, mas sem obter resultados e o motivo é que eles ignoravam o modo de jejuar que poderia mudar a vida deles.

Não devemos interpretar os primeiros versículos como um chamado ao evangelho social no sentido de negar a adoração a Deus. O Senhor não estava pedindo que eles parassem de jejuar, mas que fizessem do jejum mais do que um mero ritual religioso.

Os versos 6 a 8 nos mostram 9 tipos de jejuns que podemos encontrar na palavra de Deus.

Jejum para soltar as ligaduras da impiedade
Jejum para desfazer as ataduras da servidão
Jejum para libertação dos oprimidos
Jejum para despedaçar o jugo
Jejum para repartir o pão com o faminto e abrigar o pobre desamparado
Jejum para romper a luz
Jejum para a cura
Jejum pela justiça de Deus
Jejum pela glória de Deus

Para exemplificar e esclarecer a importância dessas nove razões para jejuar, escolhi nove personagens bíblicos cuja vida ilustra cada um dos aspectos mencionados em Isaías.

1. O jejum do discípulo

Objetivo: “Soltar as ligaduras da impiedade” Is. 58:6
Buscar libertação da escravidão do pecado e do diabo para si mesmo ou para outros.
Texto: Mt. 17:21
Existem certas castas de demônios que só saem pela oração acompanhada de jejum. Os discípulos não jejuavam por isso não puderam libertar o garoto – daí o título “jejum do discípulo”.

Atitudes:
Renuncie a todo controle falso do inimigo
Reconheça o auto-engano. Nos enganamos quando não chamamos o pecado de pecado.
Perdoe para vencer a amargura. O ressentimento é um tipo de prisão.
Submeta-se à autoridade de Deus e da igreja. A autoridade pode quebrar ligaduras.
Assuma a responsabilidades pessoais. Precisamos mudar a nossa maneira de  confessar os pecados . Em vez de dizer eu confesso, deveríamos dizer: eu me responsabilizo por esse pecado e reconheço que ele é passível da disciplina de Deus. Não culpe os outros e nem o diabo.
Livre-se de influências pecaminosas. Se o teu olho te faz pecar, arranque-o. Se a internet te faz pecar, arranque-a. Se certo amigo te faz pecar, arranque-o. Etc.

2. Jejum de Esdras

Objetivo: “Desfazer as ataduras da servidão” Is. 58:6
Resolver problemas, invocar a ajuda do espírito Santo para avaliar pesos e superar barreiras que nos impedem de caminhar com alegria diante do senhor.
Texto: Ed. 8:23
O Senhor já havia liberado a bênção de voltar para a terra de Israel, mas havia inimigos no caminho que tentavam bloquear a benção. No mesmo princípio, já temos a benção do Senhor mas ás vezes precisamos romper com pesos e resolver problemas.
Esdras tinha que fazer uma viagem levando 3,5 toneladas de ouro, 2,6 toneladas de prata. Imagine você  no lugar dele. Será que também faria um jejum?

Atitudes:
Escolha os que se comprometerão em jejuar com você. Esdras convocou todo o povo que estava com ele para jejuar.
Compartilhe o problema para ser ajudado. Esdras disse claramente que o jejum era para terem uma viagem feliz e segura.
Jejue com seriedade. Jejum não é apenas se abster de alimentos, implica em afligir a alma com oração e intercessão com agonia. Esdras os convidou para se humilharem.
Jejue antes de tentar uma solução. Observe que Esdras não jejuou durante a viagem, mas antes.
Jejue no lugar ou com algo que simbolize o problema. Esdras não fez um retiro, mas foi para o lugar do desafio.
 Jejue esperando orientação. Depois de jejuar Esdras tinha a solução. O ouro foi pesado na saída e na chegada. A oferta foi distribuída entre 12 homens para que vindo o ladrão não levasse todo o tesouro. Por fim ele escolheu o caminho certo sob a direção de Deus.

3. O jejum de Samuel
Objetivo: “Para por em liberdade os oprimidos” Is. 58:6
Para ganhar almas, para se identificar com pessoas escravizadas, para orar e ser usado por Deus  para tirar as pessoas do reino das trevas e trazê-las para o reino de Deus. É o jejum por avivamento.
Texto: I Sm. 7:6
Samuel jejuou para que Israel fosse liberto do pecado.
Atitude:
Convoque a igreja ou grupo  para reunir e jejuar (v. 5-6)
Demonstre arrependimento genuíno (v. 3 e 6)
Afaste-se do pecado secreto. Não devemos nos contentar com os pecados que conhecemos, devemos pedir luz a Deus e pedir que ele nos sonde. Confessar pecado conhecido restaura comunhão, mas reconhecer o pecado secreto traz avivamento.
Faça a confissão de pecado pelo grupo. Daniel confessou o pecado pela nação (Dn. 9). Podemos confessar o pecado por aqueles por quem estamos orando.
Espere a liberação de uma palavra de Deus. Nos dias de Samuel as palavras eram raras (I Sm 3:1), mas depois desse jejum veio a palavra de Deus.
Faça do seu jejum um símbolo de sua atitude. Mude a sua roupa, faça um retiro, etc.

4. O jejum de Elias

Objetivo: “Despedaçar todo jugo” Is. 58:6
Superar problemas emocionais ou mentais que controlam nossas vidas e devolver o controle ao Espírito do Senhor. Há pessoas que vivem debaixo de opressão, outras oscilam o tempo todo o estado de espírito, algumas são descontentes e ainda outras vivem debaixo de depressão.
Texto: I Rs. 19: 4 e 8
Embora não se diga que era um jejum, Elias deliberadamente ficou sem se alimentar quando fugia de Jezabel. Depois desse jejum Elias foi ministrado no monte do Senhor.
  Prepare-se física e emocionalmente. Elias se preparou para um jejum prolongado dormindo e comendo (v. 5-8). Todo jejum exige uma preparação.
 Reconheça  seus limites. Reconheça que você não consegue a força do hábito sozinho. Permite que os o ajudem a mudar  suas atitudes e disposições mentais.
Vá para um lugar onde você possa encontrar-se com Deus. Elias queria encontrar-se com Deus em Horebe (v. 8).Jejue para ouvir a palavra do Senhor. Elias jejuou para ouvir a voz de Deus (v. 9).
Deixe que a Palavra de Deus revele sua fraqueza. Assim como perguntou para Adão “onde estás?”, Deus perguntou para Elias “que fazes aqui?”. As perguntas de Deus são uma oportunidade para entrarmos em contato conosco mesmos
 Confesse sua fraqueza diante de Deus. Elias se sentia fracassado na sua missão (v. 10).
Não espere sempre manifestações extraordinárias de Deus. Observe que Deus falou com Elias no vento suave (v. 11 a 13).
Veja a palavra de Deus de maneira positiva. Elias se sentia fracassada em levar a nação de volta para Deus, mas Deus mostrou que ele não era o único, havia mais sete mil. Deus ainda lhe deu uma missão (v. 15 e 16).

5. O jejum da viúva

Objetivo: “Repartir o pão com o faminto e abrigar o pobre desamparado” Is. 58:7
Suprir as necessidades básicas das pessoas que estão ao nosso derredor.
Texto: I Rs. 17: 13-16
Deus enviou o profeta Elias a uma viúva pobre que estava prestes a morrer de fome. Mas Elias em vez de dar-lhe comida, pediu o que ela tinha para ele mesmo. Quando a viúva resolveu dar ao profeta a última comida que lhe restava, ficando ela mesma de jejum, o Senhor fez o milagre da multiplicação.
Atitudes:
Volte-se apara o seu próximo.
Reconheça as próprias bênçãos
Separe uma parte do seu próprio suprimento para suprir outros.
Jejue e ore para receber orientação de Deus.
Ore por aqueles a quem você ajuda.
Identifique-se com o sofrimento dos outros.

6. O jejum de Paulo

Objetivo: “Romper a luz como a alvorada” Is. 58:8
Quando temos que tomar decisões cruciais, precisamos permitir que a luz de Deus venha trazer discernimento e uma perspectiva esclarecedora.
Texto: At. 9:9
Depois de encontrar com o Senhor no caminho de Damasco e ficar cego, Paulo começou a jejuar e no final desse jejum Ananias foi enviado a ele para que voltasse a ver e fosse batizado.

Atitudes:
Separe tempo para ouvir o Senhor. Se precisamos tomar decisões cruciais em nossa vida precisamos separar tempo para jejuar.
Faça uma auto-avaliação honesta. Quando Deus quer que avaliemos nossa vida ele nos faz perguntas. Paulo tinha uma pergunta na cabeça: “Saulo, Saulo porque me persegues?”. Esta pergunta colocou  Paulo em cheque. Ele queria agradar a Deus, mas estava errado.
Deixe de lado o seu esforço e renda-se a Deus. Tempo de jejum não é tempo de empreendimento. Paulo parou e esperou em Deus.
Procure um lugar apropriado para orar.
Aplique-se à oração. No verso 11 se diz que ele estava orando.
Obedeça o que você ouviu de Deus. Em 26: 19 Paulo diz que não foi desobediente a visão celestial.

7. O jejum de Daniel

Objetivo: “Atua cura brotará sem detença” Is. 58:8
Para conseguir uma vida mais saudável ou receber cura para alguma enfermidade.
Texto: Dn. 1:8
Para honrar a Deus, Daniel se absteve de alimentos pagãos e manjares do rei. No final o resultado foi que ele estava mais saudável que os demais da corte do rei.

Atitudes:
Tenha um compromisso espiritual no seu jejum. Daniel queria honrar a Deus não comendo coisa imunda (1:8). Não faça do seu jejum apenas uma dieta.

Faça do seu jejum um tempo de disciplina. Durante 10 dias Daniel se disciplinou (1:12).
Ore para compreender onde há pecado na sua dieta alimentar. A comida de Babilônia era imprópria para um judeu, mas hoje há comidas que são impróprias para o templo do Espírito.
Faça do seu jejum uma declaração de fé. O jejum de Daniel foi um ato de fé porque ele pediu para ser comparado com outros jovens no final (v. 13-15).

Entenda que o próprio jejum é um meio legítimo de ter saúde física.

8. O jejum de João Batista
Objetivo: “A tua justiça irá adiante de ti” Is. 58:8
Que o nosso testemunho e influência do sal do Senhor em nossas vidas sejam alcançados diante das pessoas.
Texto: Lc. 1:15
João Batista tinha um jejum como estilo de vida pois era nazireu, não bebia nada que viesse da uva. Isso o caracterizava como alguém separado pelo Senhor para uma missão especial.

Atitudes:
Faça do seu jejum uma proclamação de sua separação para Deus.
Decida ser alguém que possui uma vida devotada a Deus.
Trabalhe com a possibilidade de fazer do jejum um estilo de vida.
Registre por escrito o testemunho que você desejar obter. O alvo do jejum de João Batista é tornar-se uma luz resplandecendo nas trevas.
Submeta seu estilo de vida a Jesus.

9. O jejum de Ester
Objetivo: Que “a glória do Senhor” esteja sobre nós. Is. 58:8
O jejum de Ester não foi para poupar  a própria vida, mas para que a glória do Senhor se manifestasse livrando seu povo.
Atitudes:
Reconheça o inimigo como a origem do perigo. O jejum de Ester é por um livramento extraordinário de Deus, que traga glória ao seu nome
Entenda a natureza da batalha espiritual.
Reconheça o poder de Deus para guarda-lo.
Jejue para vencer a cegueira espiritual. Muitas vezes não percebemos as armadilhas do maligno ao nosso derredor. Precisamos de luz de Deus.
Entenda que o jejum é apenas parte do processo. A batalha continua indo até quem tem autoridade para resolver ou buscando todos os meios possíveis.
Jejum para batalha são mais efetivos se feitos em grupo. Ester pediu para que todo o povo jejuasse (Et. 4:16).

domingo, 11 de novembro de 2012

JE-9º Dia-O que é orar


Jornada Espiritual 10 Dias de Jejum e Oração- 9º Dia
O que é oração, exatamente?

Orar é comunicar-se com Deus. Toda vez que oramos, entramos em contato com Deus de um jeito profundo e transformador.

Quando enfrentamos situações desanimadoras em nossos relacionamentos, negócios, trabalho, finanças, saúde, emoções ou filhos, orar ao Deus de toda esperança pode mudar a situação. Quando lutamos, por exemplo, contra sonhos não realizados, vida insatisfeita, falta de clareza mental ou dor emocional, temos acesso ao Deus que pode tratar cada área de nossas vidas e transformar cada uma delas de modo a nos tornar completos. Ele deseja estender sua mão e nos tocar, mas primeiro temos de elevar nosso coração a ele e tocá-lo em oração. Quando oramos, dizemos: “Sei que és real, Senhor, e quero passar um tempo contigo”.

Orar é louvar e adorar a Deus pelo que Ele é. Isso tira o foco de nós mesmos e o coloca em Deus. É a forma de colocar Deus em primeiro lugar em nossos corações e de permitir que Ele tenha pleno acesso a nossas vidas. Existem dois aspectos na oração: a amizade e a parceria.

A amizade na oração acontece quando nos achegamos a Deus na intimidade de um relacionamento. A parceria se dá quando assumimos a responsabilidade de ser parceiros com Ele para ver seu poder renovadamente aplicado em nossas circunstâncias. Adoração, louvor, honra e exaltação são partes importantes da amizade com Deus, mas são também meios da parceria com Ele a fim de rejeitar as trevas. Quando oramos, dizemos: “Senhor, tu és maravilhoso, grande, Todo-Poderoso, o Deus e Criador de todas as coisas. Eu o exalto sobre todas as coisas e o adoro por quem tu és”.

Orar é dizer a Deus que o amamos e o adoramos. É achegar-nos humildemente a Deus e falar com ele do jeito como falaríamos com alguém a quem muito amamos. Orar é dizer a Deus como somos gratos por Ele nos ter amado antes mesmo que soubéssemos de Sua existência. Quando oramos, dizemos: “Eu te amo, Senhor, e agradeço por me amares”.

Orar é dizer a Deus que precisamos dEle. Se não oramos, isso implica que pensamos poder lidar com a situação por nossa conta. Mas a verdade é que ninguém é capaz de resolver tudo sozinho. Precisamos de Deus para tudo. Precisamos de Deus para nos salvar, curar, libertar, restaurar, redimir, livrar, guiar, proteger, para erguer-nos acima de nossas limitações e mover-nos dentro dos planos e propósitos que Ele tem para nós. Não podemos chegar lá sem Ele. Quando oramos, dizemos: “Não posso viver sem ti, Senhor. Se o Senhor não intervier em minha vida, nada de bom me acontecerá”.

Orar é tornar nossos pedidos conhecidos de Deus. É compartilhar com Ele tudo o que está em nosso coração, sabendo que Ele se importa com todas as nossas questões, cada uma delas. Deus promete dar tudo de que precisamos, mas ainda temos de pedir. Assim como Ele nos instrui a pedir por nosso pão diário, também devemos nos achegar a Ele e pedir qualquer outra coisa de que precisarmos.

Orar não é nosso último recurso, ao qual recorremos quando todas as outras coisas falham, um golpe no escuro ou um exercício de pensamento positivo na tentativa de nos sentirmos melhores. A oração muda as coisas. Mas temos de falar com Deus sobre o que precisa ser mudado. Orar é reconhecer que, mesmo que nos pareça impossível o que estamos pedindo, para Deus todas as coisas são possíveis (Mt 19:26). Quando oramos, dizemos: “Senhor, eu tenho tais necessidades. Sei que o Senhor se importa com elas e ouvirá minhas petições”.

Orar é servir a Deus do jeito dEle. Não consiste simplesmente em ter nossas necessidades atendidas, embora isso seja parte importante da oração. O plano de Deus é governar a Terra por meio de sua autoridade delegada, no que estamos incluídos — nós os que acreditamos nEle. Deus deseja fazer-nos conectar Seu reino aos assuntos terrenos. Deus tem algo para cada um de nós realizar, e isso começa com a oração.

Se pensarmos que ter um futuro no céu é tudo o que Cristo tem a nos dar, viveremos uma existência espiritualmente imatura, direcionada para o céu, porém sem qualquer preocupação com a Terra.

As pessoas precisam compreender a razão por que Deus não faz tudo por Sua própria iniciativa. Isso remonta ao tempo em que Deus deu ao homem a responsabilidade de governar sobre tudo o que há na Terra (Gn 1:26-28). Ele mandou que tudo fosse determinado por opção humana. ‘Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens’ (Sl 115:16). Mas isso funciona apenas quando o homem se mantém em total relação com Deus. A vontade, as obras e o poder de Deus não fluem simplesmente, sem convite, para o cenário terreno. O Senhor transmitiu a Seu povo a responsabilidade de convidar para este mundo a presença do reino. Isso não quer dizer que Deus não possa fazer alguma coisa sem nós, e sim,  que Ele não o fará sem nós”.

Algumas pessoas acreditam que Deus fará qualquer coisa que quiser, não importa o que aconteça, então para que orar? Mas a verdade é que há coisas que Deus não fará na Terra, a não ser como resposta de oração.

Há pessoas que não gostam dessa idéia porque não querem ter essa responsabilidade. Só querem que Deus faça o que Ele vai realizar mesmo. Mas Deus deseja que Seus filhos e filhas cresçam, e aguarda para se mover no momento e no lugar onde o convidarem. Isso é o que Ele deseja fazer! Seu decreto é bem claro em relação a essa questão. Mas precisamos ser esclarecidos sobre isto também: essa ênfase não minimiza a soberania de Deus. O poder é todo dEle! Porém, essa visão da soberania de Deus pode abranger a vontade dEle em envolver Seus filhos no avanço de seus propósitos redentores. O soberano e Todo-Poderoso Deus decretou que o que acontecesse na Terra seria realizado mediante a ação de pessoas dispostas a se submeter a Sua vontade e a invocar Sua presença e Seu poder.”

Isso explica por que a Terra está na desordem em que está. Deus delegou tudo ao homem, e nós temos colhido o que plantamos. Deus determinou, e decidiu manter, este decreto soberano: Ele trabalha na Terra em resposta a nossas orações. E nós negligenciamos a oração.

A boa notícia é que nunca é tarde para plantar as sementes da oração e obter uma colheita que não seja o pecado e a morte que temos produzido no mundo. Podemos convidar o poder de Deus para entrar em situações específicas agora mesmo. Quando oramos, dizemos: “Senhor, quero ser um instrumento Teu através do qual possas fazer o que quiseres neste planeta. Ajuda-me a orar de acordo com a Tua vontade, para que Tua vontade seja feita na Terra.”

Isto é o que significa orar: “Venha o teu reino, faça-se a Tua vontade”.

Stormie Omartian – O Poder de Orar Juntos, págs 39 à 41.

sábado, 10 de novembro de 2012

JE-8º dia - A Oração do corpo


Jornada Espiritual 10 Dias de Jejum e Oração- 8º Dia

A oração do corpo

De que maneira o jejum pode ajudar a aprofundar nossa experiência com Deus?

Um pressuposto indiscutível do crescimento espiritual é o desejo que deve ter o cristão de permanecer na presença de Jesus, desde a primeira até a última hora de cada dia. Considerando a existência de muitos afazeres que tentam subtrair o tempo que deve ser dedicado à comunhão com Deus, e coisas que tendem a nos distrair em relação às prioridades da vida espiritual, é forçoso reconhecermos que tal permanência requer sólida disciplina pessoal. Mas o Senhor pode e quer nos abençoar em nossa decisão de dar a Ele o primeiro e o último lugar em nossa vida.

Entre muitos recursos que ajudam a aprofundar nossa experiência com Deus, está o jejum. Como disciplina espiritual, ele é defendido e praticado pelos mais diferentes segmentos religiosos. Até mesmo entre as religiões pagãs, o jejum era praticado como forma de preparação para o encontro com uma divindade. Seus praticantes acreditavam que essa experiência proporcionava abertura para a influência divina.

Atualmente, além dos cristãos, outros grupos religiosos também costumam jejuar. Entre esses grupos, podemos mencionar os islâmicos, que promovem o jejum no mês de Ramadã, quando comemoram a entrega do Alcorão por Alá.

No cristianismo, o jejum tem sido praticado de maneiras diferentes e também por motivos diversos. Por isso, necessitamos entender o que é e o que não é o jejum, a relevância dele no ministério de Cristo, qual é seu sentido amplo e a importância dessa disciplina em nosso preparo diário, predispondo nossa mente para tornar mais efetiva a comunhão com Cristo.

O que não é

Primeiramente, o jejum não é penitência, expiação de pecado, sacrifício para eliminar a culpa, aflição, tormento ou ato praticado com o objetivo de alguém demonstrar que é mais santo que os semelhantes. As Escrituras deixam bem claro que o perdão e a purificação resultam do verdadeiro arrependimento, confissão e abandono do pecado. Isto é o que diz a Palavra de Deus: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9).

O jejum também não é um ritual público de tristeza reveladora de superioridade. Nos dias de Cristo, os fariseus costumavam jejuar para mostrar uma fachada de “santidade”. Mas o que revelavam exteriormente não correspondia ao que carregavam interiormente, pois o coração deles estava longe de Deus. Em Seu ensinamento, o Salvador atingiu o ponto certo dessa questão, advertindo-nos para que não viéssemos a cair no mesmo erro. Disse Ele: “Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando. Eu lhes digo verdadeiramente que eles já receberam sua plena recompensa” (Mt 6:16).

O jejum não é greve de fome. Ele não deve ser usado com o objetivo de chamar a atenção de Deus, a fim de simplesmente conseguir coisas. Através do profeta Isaías, o Senhor condenou essa atitude. Primeiramente, descreve o clamor dos que jejuavam: “Por que jejuamos”, dizem, “e não o viste? Por que nos humilhamos, e não reparaste?” No fim do verso, é explicada a razão pela qual o Senhor não aceitava o que eles faziam: “Contudo, no dia do seu jejum vocês fazem o que é do agrado de vocês, e exploram os seus empregados” (Is 58:3).[...]

O que é

O sentido teológico do jejum transcende à prática da abstenção alimentar durante determinado período de tempo. Segundo o Westminster Dictionary of Christian Spirituality, “o jejum é a oração do corpo; afirmando a totalidade de uma pessoa numa ação espiritual; dá ênfase e intensidade à prece, expressando, especificamente fome de Deus e de Sua vontade. Afirma a bondade da criação por significar a rendição temporária do gozo de alguns de seus benefícios, e, portanto, sempre inclui um elemento de gratidão” (citado por Madeline S. Johnston, Ministério maio/junho de 1995), p. 9). Ao jejuar, a pessoa se priva daquilo de que gosta e que lhe satisfaz, entregando-se totalmente à comunhão íntima com seu Criador e Redentor.

Essa comunhão é desenvolvida e alimentada na presença de Deus. Nela, ouvimos Sua voz, por meio da leitura da Bíblia, e falamos com Ele, reagindo ao que nos diz e Lhe abrindo nosso coração. Nesse relacionamento, podemos notar o verdadeiro sentido do jejum. “Para certas ocasiões, o jejum e oração são recomendáveis e apropriados. Na mão de Deus são o meio de purificar o coração e promover uma disposição de espírito receptiva. Obtemos resposta às nossas orações porque humilhamos nossa alma perante Deus… O espírito do verdadeiro jejum e oração é o espírito que rende a Deus mente, coração e vontade” (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 187, 189).

O jejum pode ser total ou parcial. Jejum total é aquele em que a pessoa se abstém de todo tipo de alimento, durante determinado período de tempo. Parcial é quando se faz uso de frutas, sopas, caldos, sucos naturais, nos horários reservados para refeições. A utilização da água deve ser normal em qualquer das opções.

O exemplo de Jesus

Imediatamente depois de haver sido batizado e antes de iniciar Seu ministério terrestre, Jesus Cristo jejuou “quarenta dias e quarenta noites” (Mt 4:2) nos deixando um grande exemplo. [...]

Por meio da abnegação e da temperança, Cristo colocou sob controle o apetite e mostrou que não havia justificativa para que Adão e Eva caíssem no pecado, pela satisfação do apetite. Assim, no ponto em que eles falharam, Cristo venceu e deixou o sublime exemplo de que não há razão para que Seus seguidores rompam o relacionamento com Ele.

Não foi sem luta que Jesus venceu e subjugou o apetite. O adversário usou as mesmas armas que levaram nossos pais à queda (No Deserto da Tentação, p. 80). Mas o Salvador Se firmou no poder da Palavra com a qual rechaçou a investida satânica: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4:4). Com essas palavras, Cristo deixou clara a receita para vencermos as confederações satânicas nos momentos de tentação: Comunhão com Deus por meio do estudo da Bíblia, oração e jejum.

Mais do que abstinência

O capítulo 58 do livro do profeta Isaías apresenta um conceito ampliado do jejum. Nesse texto, jejuar é mais do que abstenção de alimentos. É uma disciplina que aprofunda o compromisso com um estilo de vida segundo o modelo de Jesus Cristo. Ele viveu como amigo de todas as pessoas e classes; amava a todos e Seu amor ultrapassava o limite das palavras.
“O Salvador misturava-Se com os homens como uma pessoa que lhes desejava o bem. Manifestava simpatia por eles, ministrava-lhes às necessidades e granjeava-lhes a confiança. Ordenava então: ‘Segue-Me’.” (A Ciência do Bom viver, p. 143).

Através do profeta, assim diz o Senhor: “O jejum que desejo não é este: soltar as correntes da injustiça, desatar as cordas do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e romper todo jugo? Não é partilhar sua comida com o faminto, abrigar o pobre desamparado, vestir o nu que você encontrou, e não recusar ajuda ao próximo?” (Is 58:6, 7). Assim sendo, o espírito de comunhão, compaixão e amor que acompanha a pessoa na prática do jejum deve permanecer com ela em todos os seus relacionamentos sociais, familiares, profissionais, bem como na maneira de tratar o necessitado. O jejum tem sentido apenas na medida em que nos leva a uma experiência de santificação crescente, que se expressa em todas as áreas da vida.
Conforme temos visto até aqui, o jejum contribui para aprofundar nossa comunhão com Deus. Essa é uma prática cujos benefícios específicos e físicos são incalculáveis. Com segurança, podemos afirmar que o caminho do preparo diário para o encontro com Jesus, em Sua segunda vinda à Terra, passa pelo estudo da Bíblia, oração e jejum habitual.

Bruno Raso – Vice-presidente da Divisão Sul-Americana. Publicado na Revista Ministério, Mar/Abr-2012.


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

JE -7º Dia- Perdão e cura

Jornada Espiritual 10 Dias de Jejum e Oração- 7º Dia


O perdão e a cura

“Porque se perdoardes aos homens as suas ofendas, também  vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens ( as suas ofensas), tão pouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.“( Mt 6. 14-15).

Muitas pessoas têm sido prejudicas por familiares, sócios ou amigos, e buscam justiça, e como acreditam que a justiça  deve ser buscada. E se não for feita justiça dentro dessas circunstancias, elas se tornam amarguras e cheias de ódio. Muitos desses indivíduos podem ter sintomas físicos que podem ser diretamente relacionados com essa atitude de rancor. Eles criam uma raiz de amargura que produz toxinas que passam ao seu organismo, e assim começam a passam ao seu organismo, e assim começam a sofrer distúrbios metais e físicos.

Quando somos prejudicados de uma forma ou de outra, temos que perdoar. Mesmo que nosso ofensor não nos peça perdão, precisamos perdoa-lo.

Jesus é o exemplo perfeito desse fato. Quando Ele estava pregado na cruz, ninguém lhe pediu perdão; pelo contrário, eles estavam zombando dEle e o atormentando. Mas Ele disse: “Pai,  perdoa-lhes.“ Portanto, o perdão não é um ato apcional; é um mandamento. Não é uma ação que praticamos ocasionalmente; é a maneira como vivemos diariamente.

Quando perdoamos uma pessoa que nos causou algum mal, estamos permitindo que o Espírito Santo coloque convicção de erro naquele que nos prejudicou. Nada escapa aos olhos de nosso Pai celeste. Ele conhece todas as intenções, as motivações do coração. O Espírito Santo pode convencer de pecado, da justiça e do juízo.

Se você, leitor, tem dificuldade em perdoar alguém, não deixa que seu orgulho tome conta da situação e impeça que você obedeça à Palavra de Deus. Tome logo a decisão de caminhar a segunda milha, e abandone sua atitude de autoafirmação, perdoando aquela pessoa. Aí então experimentará uma grande liberação, ficará livre das sensações de hostilidade para com o outro, e se sentirá muito melhor.

Deus resiste aos soberbos, mas concede graça aos humildes. Portanto, se percebe que não está gozando da graça de Deus com  abundância em sua vida, pode ser que esteja se firmando mais em seu orgulho do que na graça do Senhor. O que você ganharia com isso? Apenas amargura, ressentimento e, talvez enfermidade.

“E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará;e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ao perdoados. Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e oro uns pelos outros para serdes curados...“ ( Tg 5. 15-16 ).

Hoje em dia os psicólogos, médicos e psiquiatras afirmam que a atitude mental de seus pacientes tem um peso muito grande na cura deles.

Essa é a hora em que a Igreja, o Corpo de Jesus Cristo, deve ser curada. A atitude de Deus está explícita na terceira carta de João: “Amado, acima de tudo faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma.” (3 Jo 2. ). O segredo para se obter prosperidade espiritual e material está relacionado com a prosperidade da alma ( mente ), obtida pelo perdão.


Assim vemos que o jejum e a oração, somados a um espírito de perdão, resultarão em melhores condições de saúde para a Igreja. Desse modo, este veículo que Deus escolheu para trazer o avivamento ao mundo, se tornará um instrumento útil e saudável nas mãos do Espírito Santo.

Nós nos encontramos diante de um grande desafio. E também de uma grande oportunidade. O de que precisamos é pessoas mais consagradas – mais dispostas a perdoar, sacrificar-se, a obedecer e a comprometer-se profundamente com Deus. Já me coloquei à disposição do Espírito Santo para fazer o que estiver ao meu alcance, no sentido de ser um instrumento para vermos um avivamento e o crescimento as Igreja na terra. Você quer se colocar ao meu lado?
Extraído do Livro Oração A chave do avivamento de Paul Y Cho

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

JE- 6º Dia-Vontade de Deus


Jornada Espiritual 10 Dias de Jejum e Oração- 6º Dia
Buscando a Vontade de Deus

Uma das perguntas mais freqüentes que ouvimos é “Como é que eu posso saber a vontade de Deus sobre ...”. Às vezes é uma questão de relacionamentos (namorar com esse, ou não; casar com aquele, ou não). Outras vezes a dúvida é em relação a emprego, mudança de cidade, escolha de carreira, etc. Às vezes tem-se bastante tempo para buscar a resposta. Outras vezes a resposta precisa ser encontrada numa questão de horas.

Seja qual for sua situação, há algumas dicas que podem ajudar. Vários anos atrás, perguntei a um homem de Deus como tomar uma decisão de entrar num seminário para me preparar para servir num ministério. Ele deu as seguintes dicas. Eu as elaborei um pouco mais com passagens bíblicas que mostram que há um fundamento para todas elas. Há apenas cinco. Eu as coloco aqui na esperança de que, havendo necessidade, possam lhe ajudar. Que Deus seja sempre seu guia.

1. Oração

Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida. Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento. Tiago 1:5-6 

Deus promete dar sabedoria e discernimento a todos que pedem. Precisamos pedir a Deus. Precisamos pedir com fé. Antigamente eu orava muito quando precisava de uma resposta ou ajuda, e muito pouco quando estava tudo bem. Precisamos nos habituar a orar constantemente a Deus, para conhecê-Lo melhor. Quanto mais nós O conhecemos, melhor entenderemos a Sua vontade.

Parte da maneira como Deus se revela para nós não é apenas através de respostas momentâneas, mas, através de um contato prolongado e profundo. Procure melhorar seu relacionamento com Deus em oração e, surpreendentemente, você verá que as respostas dEle às suas dúvidas virão de forma cada vez mais tranquila e natural.

2. A Palavra

“transformai-vos pela renovação da vossa mente” Rom 12:1-2 

Nossas mentes tendem a fazer decisões baseadas em modelos de pensamento, e valores anteriores à nossa conversão, ou seja, em valores do mundo. Esses valores podem nos levar a decisões erradas. Só a mente renovada pela palavra de Deus pode fazer boas decisões.
Podemos procurar passagens que ensinam sobre a nossa dúvida quanto à vontade de Deus, ou passagens que nos dão princípios bíblicos para nos guiar. Em tudo, precisamos estar orando para Deus nos orientar.

3. A orientação do Espírito Santo

“Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus, que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano. Salmos 143:10 

O Cristão tem o Espírito Santo como guia. Precisamos pedir a ajuda dEle. Ele provavelmente não falará em meu ouvido. Mas ele tocará em meu coração e operará em minha mente para me ajudar a conhecer a vontade de Deus.

4. Buscando Conselhos de Cristãos maduros

“O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos.” Prov. 12:15; (15:14; 18:15; 20:18) 

Em 1 Reis 12, Roboão, um dos filhos de Salomão, um dos homens mais sábios da Bíblia, ao em vez de escutar os conselhos dos anciãos de Israel, escutou seus jovens amigos, e assim dividiu ao povo de Israel. É mais sábio procurar uma pessoa com experiência e bom exemplo na vida Cristã. Este homem ou esta mulher geralmente terá melhores condições de nos indicar qual seria a vontade de Deus.

Você conhece algumas pessoas em cujas vidas você vê Jesus? Procure os conselhos destas pessoas. Novamente, ao invés de esperar para a hora decisiva, é melhor começar a desenvolver estas amizades bem antes. Assim, teremos mais confiança na orientação desses irmãos mais maduros.

5. Portas abertas
 “E, percorrendo a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia, defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu.” Atos 16:6-7

Paulo queria ir para a Ásia. Deus tinha outros planos. Deus fechou portas no caminho de Paulo. Paulo acabou indo a Filipos, onde uma igreja importante foi fundada.

Deus quer nos mostrar o caminho. Só Ele pode nos mostrar a direção certa. Salmos 25:4-5 “Faze-me, SENHOR, conhecer os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas. Guia-me na tua verdade e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação, em quem eu espero todo o dia.”

Se você quer seguir algum caminho, namorar ou casar com uma determinada pessoa, ou alcançar algum objetivo, se isto for a vontade de Deus, as portas vão abrir. Se não for, você pode forçá-las, mas pode depois vir a se arrepender devido ao que encontrar do outro lado daquelas portas. Esteja sempre atento para a vontade de Deus e para as portas abrindo ou fechando de acordo com Sua vontade.

E, lembre-se, é mais fácil saber o que uma outra pessoa realmente quer quando você conhece bem aquela pessoa. Certamente Deus irá revelar a vontade dEle para nós. Mas, quanto mais O conhecermos, mais claramente entenderemos e ouviremos Sua vontade. Por isso é bom desde já buscar conhecer cada vez mais a Deus. Deus te abençoe.
por Dennis Downing
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