2 Coríntios 6:1,2
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sábado, 28 de novembro de 2015
Hohe é o dia da Salvação
2 Coríntios 6:1,2
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Oração incessante
Oração
incessante
Oração incessante pode soar complicado, mas não precisa ser.
Faça isso.
Pense em oração menos como uma atividade para Deus e mais como uma
consciência de Deus.
Busque viver tendo uma consciência ininterrupta da
presença Dele.
Enquanto espera na fila para pagar o imposto do seu carro,
pense, “Obrigado, Senhor, por estar aqui.” No supermercado, enquanto faz as
compras, pense, “Sua presença, meu Rei, eu recebo com alegria.” Enquanto lava
os pratos, você adora seu Criador.
Irmão Lawrence se chamava o “senhor de todas as panelas e
caçarolas.” Ele escreveu, “A hora de ocupação para mim não difere da hora de
oração; e na bagunça da minha cozinha, enquanto várias pessoas pedem várias
coisas, eu possuo Deus numa tranquilidade tão grande quanto se eu estivesse de
joelhos no abençoado sacramento.”
Então fale com Deus, sempre. Além disso, faz mais sentido
falar com Deus do que resmungar consigo mesmo!
Max Lucado, em “MOLDADO POR DEUS”
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Saúde emocional
Projeto
de saúde emocional
“Descanse
no Senhor e aguarde por Ele com paciência; não se aborreça com o sucesso dos
outros.” (Sl 37.7.)
O salmista desencoraja três velhas atitudes e encoraja cinco
novas atitudes. Os mandamentos negativos são:
“Não se aborreça por causa dos
homens maus”; “Não tenha inveja dos perversos”; “Não se aborreça com o sucesso
dos outros”; “Não se irrite” (Sl 37.1, 7,8).
Os mandamentos afirmativos parecem obedecer a uma ordem
lógica:
“Confie no Senhor”; “Deleite-se no Senhor”; “Entregue o seu caminho ao
Senhor”; “Descanse no Senhor”; “Espere no Senhor” ( 37.3-5, 7, 34).
O projeto de saúde emocional do Salmo 37, salvo alguma
doença orgânica, funciona muito bem. Evita o aborrecimento desnecessário, a
inveja e a irritação, e coloca no lugar dessas fontes de emoções incômodas o
verdadeiro descanso mental, que desfrutamos quando depositamos toda
preocupação, todo medo e toda ansiedade nas mãos de Deus.
Livres daquelas
coisas que só dificultam, podemos aprender a nos alegrar e a descansar no
Todo-Poderoso.
Elben M. Lenz César,
em “REFEIÇÕES DIÁRIAS COM O SABOR DOS SALMOS”
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Lidando com os conflitos
LIDAR
COM CONFLITOS
A melhor maneira de apagar uma fogueira é jogando água sobre
ela e não colocando mais lenha.
Assim também a melhor maneira de resolver um
conflito é usando a sabedoria que Deus nos deu.
A principal arma usada pelas
pessoas, está no seu próprio corpo e chama-se língua! É uma arma muito
perigosa, que corta na profundidade da alma e traz sobre aqueles que a usam, de
forma errada, a condenação eterna.
Os filhos de Deus
devem evitar usar a língua para algumas coisas:
1- Difamação:
Quem
mente difama o próximo. De acordo com o dicionário difamar é “Tirar a boa fama ou o crédito a;
desacreditar publicamente; infamar, detrair, falar mal.” A difamação, é crime
contra a honra, previsto no código penal brasileiro. Veja estes textos: “A
pessoa que diz mentiras a respeito dos
outros e tão perigosa quanto uma espada...” Prov. 25:16.
”Irmãos, não faleis
mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão, ou julga a seu irmão, fala
mal da lei, e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas
juiz.” Tig 4:11. Veja também Lev. 19:16 e Prov 16:28-30
2-Calúnia:
O
dicionário Aurélio a define como: "Difamar, fazendo acusações falsas,
mentira, falsidade, invenção". A calunia pode ser feita através da
mentira, falsidade e invenção contra alguém. O código penal brasileiro também
prevê penas contra os caluniadores. Se as constituições de países se preocupam
com esse pecado, imagine Deus! Veja este texto: ”Nos últimos dias sobrevirá
tempos difíceis; pois os homens serão... caluniadores... Foge também destes” II
Tm 3:1-5.
É pena que em muitas igrejas os caluniadores não sofrem
qualquer ação disciplinar, e por isso o mal se avoluma, pois o caluniador é
assim estimulado na sua tarefa maligna e destruidora dos valores alheios. A
Bíblia condena a calunia: ”Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”. Ex
20:16. Este mandamento protege o nome e a reputação do próximo. Ninguém deve
fazer declarações falsas a respeito do caráter ou dos atos de outra pessoa.
Devemos falar de modo justo e honesto a respeito das pessoas. Veja mais este texto:
“Seis cousas o Senhor aborrece... testemunha falsa que profere mentiras, e o
que semeia contendas entre os irmãos.” Prov. 6:16,19
3- Murmuração.
A
Bíblia também condena os murmuradores. Veja alguns textos: ”...As vossas murmurações não são contra nós,
e sim contra o Senhor.” Exo 16:8
”Todos os filhos de
Israel murmuraram... Disse o Senhor... Até quando me provocará este povo... Com
pestilência o ferirei, e o deserdarei...” Núm. 14:2,11,12
”Não murmureis como
alguns murmuraram, e foram destruídos pelo exterminador.” I Cor 10:10.
A maneira correta de
evitar os conflitos é seguir os passos acima, e a orientação de Deus para
eliminar conflitos já existentes é conceder o perdão às pessoas.
Devemos
também:
1- Edificar nossos
irmãos.
"Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação
de uns para com os outros". Romanos 14:19.
2- Abençoar os outros.
Até
mesmo os nossos inimigos merecem o nosso melhor.
"Abençoai os que vos
perseguem, abençoai e não amaldiçoeis". Romanos 12:14.
3-Falar a verdade.
". . . seja o vosso sim sim e o vosso não não, para não cairdes em
juízo" Tiago 5:12.
Lembremos sempre que
nossa língua é um dom de Deus para ser usada apenas e tão somente para a Sua
honra e glória.
"Consoleis os desanimados e sustenteis os fracos"
I Tessalonicenses 5: 14.
"O Senhor Deus
me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado.”
Isaías 50: 4.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Conflitos
Quem não tem em sua vida conflitos?
Hoje vamos aprender como resolver conflitos de acordo com a
Palavra de Deus.
SEJA
MANSO
Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês,
que são espirituais deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um
para que também não seja tentado. Gálatas 6:1.
SEJA
HUMILDE.
Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará. Tiago 4:10
CONCEDA
O PERDÃO.
Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia,
bem como de toda maldade.Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros,
perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo. Efésios
4:31-32
SEJA
PACIENTE.
Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos
prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do
homem não produz a justiça de Deus.Tiago 1:19-20
AVALIE
A SUA CULPA NO CONFLITO.
"Não julguem, para que vocês não sejam julgados.
Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida
que usarem, também será usada para medir vocês."Por que você repara no
cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu
próprio olho?Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu
olho’, quando há uma viga no seu? Mateus 7:1-4
Remover o argueiro do
teu olho primeiro é necessário antes de ajudar
os outros.
PROCURE
PESSOALMENTE A PESSOA
"Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele,
mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão.” Mateus 18:15
Para concluir:
Alguns conflitos são decorrentes do orgulho e do egoísmo,
ver Tiago 4:1-10 e outros acontecem devido a ofensas que não foram perdoadas.
Ver Mateus 18:15-35.
“Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos
os homens.” Romanos 12:18.
domingo, 24 de agosto de 2014
Daniel 10, 11 e 12 - Aposentando os mísseis
Daniel 10, 11 e 12
Aposentando os mísseis
Última parte da série sobre o livro do profeta Daniel,
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Daniel 8 e 9 - A batalha é muito mais antiga
Daniel 8 e 9 - A batalha é muito mais antiga
Sétima parte da série sobre o livro do profeta Daniel,
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Daniel 7 - Termina na bandeirada
Daniel
7 - Temina na bandeirada
7 - Temina na bandeirada
Sexta parte da série sobre o livro do profeta Daniel,
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Daniel 5 e 6 - Escolhas
Daniel 5 e 6
Quinta parte da série sobre o livro do profeta Daniel,
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Daniel 4 - Sempre existe esperança
Daniel 4 - Sempre existe esperança
Quarta parte da série sobre o livro do profeta Daniel,
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
domingo, 17 de agosto de 2014
Daniel 3 - No meio do fogo
Acompanhe este estudo e tenha uma visão das Profecias Bíblicas.
Daniel 3 - No meio do fogo
Terceira parte da série sobre o livro do profeta Daniel, apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
sábado, 16 de agosto de 2014
Daniel 2 - A história do mundo em 49 versos
Acompanhe este estudo e tenha uma visão das Profecias Bíblicas.
Daniel 2 - A história do mundo em 49 versos
Segunda parte da série sobre o livro do profeta Daniel, apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Daniel 1 - Exilados
Acompanhe este estudo e tenha uma visão das Profecias Bíblicas.
Primeira parte da série sobre o livro do profeta Daniel, apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges.
https://www.youtube.com/watch?v=UKkgx9ZILWM
Primeira parte da série sobre o livro do profeta Daniel, apresentada pelo jornalista e mestre em teologia Michelson Borges.
https://www.youtube.com/watch?v=UKkgx9ZILWM
Quatro dimensões de amar a Deus,
Ensinos de Jesus
As quatro dimensões de amar a Deus
Pr. Albino Marks
Jesus esclarece que a primeira pessoa que deve receber o
amor dos humanos, é Deus. Também ensina como este amor deve ser expresso: “Amarás, o Senhor teu Deus de todo o teu
coração, com toda a tua alma, com todo o teu pensamento e com toda a tua
força”.
As quatro dimensões de amar a Deus, conforme as palavras de
Jesus estão centralizadas nos quatro primeiros mandamentos: Amar de todo o
coração, implica em amor não dividido. Não podemos partilhar o nosso amor de
todo coração com dois senhores. Deus declara no primeiro mandamento: “Não terás outros deuses diante de mim”. –
Êx. 20:3 – Nova Versão Internacional.
Qualquer ser, objeto ou convicção que se torne mais
importante do que Deus, quebra este preceito porque subtrai o amor que deve ser
dado ao Único que o merece. Em termos espirituais, Deus é Soberano, Único,
Absoluto.
Amar de toda alma, significa que todos os nossos
sentimentos, as nossas emoções centralizam-se em Deus. Não pode haver qualquer
imaginação ou aspiração que se torne mais importante do que Deus tomando o Seu
lugar. Deus declara no segundo mandamento:
“Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima
nos céus”. – Êx. 20:4 – Almeida Revista e Atualizada.
Amar com todo pensamento, ensina que não podem ser
alimentadas ideias que diminuam o amor a Deus. Declara o Senhor no terceiro
mandamento: “Não tomarás em vão o nome do
Senhor…”. – Êx. 20:7 – Nova Versão Internacional.
Aparentar piedade, mas negar o seu poder, por um viver em
transformação pelo poder do amor de Deus e em dedicação de amor sem reservas a
Ele, é zombar do nome de Deus. Colocar outro Deus em Seu lugar; envolver-se com
idolatria sob qualquer forma, é tomar o nome de Deus em vão.
Amar a Deus com toda a força, requer que a confiança de vida
espiritual vitoriosa seja colocada sob o total controle de Deus, em harmonia
com as Suas determinações. No quarto mandamento o Senhor orienta: “Lembra-te do dia de sábado, para
santificá-lo. Trabalharás seis dias”. – Êx. 20:8 e 9 – Nova Versão
Internacional.
No sábado, a nossa confiança e as nossas energias vitais,
sem nenhuma interferência, devem centralizar-se no culto de adoração a Deus e
não em prover benefícios pessoais. Colocar a confiança no poder do próprio
braço, é amesquinhar o amor Àquele que nós concede saúde e vigor para
desenvolver as nossas atividades durante os seis dias determinados para o
trabalho que deve suprir as nossas necessidades. O amor supremo a Deus,
reconhece que tudo dEle provém.
Pense: “Antes,
santifiquem Cristo como Senhor em seu coração”. – 1Pe 3:15 – Nova Versão
Internacional.
Desafio: “Como a corça
anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma
tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a
Deus?” – Sl 42:1 e 2 – Nova Versão Internacional.
(adaptado)
Fonte:
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Viver como Jesus
Ensinos de Jesus
Viver como Jesus
Pr. Albino Marks
No capítulo 15 de João, Jesus apresenta o ideal da Trindade
para àqueles que devem representá-lA perante o mundo e proclamar por seu
relacionamento que são os verdadeiros discípulos. Usa a parábola da videira,
onde se apresenta como a Videira, o Pai, o agricultor e aqueles que o aceitam
como os ramos. O sinal de identidade do mandamento do amor somente será
revelado ao mundo se houver perfeita unidade e identidade dos ramos com a
videira. (Jo 15:1-12).
Jesus
coloca ênfase no argumento, repetindo-o: “Permaneçam em mim, e eu permanecerei
em vocês”. – Jo 15:4 – Nova Versão Internacional. Ele mesmo explica
como esta permanência se torna um fato real: “Assim como o Pai me amou, também eu vos amei: permanecei no meu amor.
Se observardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, como, observando
os mandamentos do meu Pai, eu permaneço no seu amor”. – Jo 15:9 e 10 –
Tradução Ecumênica da Bíblia.
Mais uma vez Jesus argumenta que o verdadeiro amor é regido
pelos princípios expressos nos mandamentos:
Após toda esta argumentação, Jesus repete o mandamento do
amor: “Eis o meu mandamento: Amai-vos uns
aos outros como eu vos amei”. – Jo 15:12
Seis vezes Jesus relaciona o amor com os Seus mandamentos, à
Sua palavra, às Suas determinações. Isto significa que o amor do novo
mandamento, do qual Jesus está falando, está fundamentado sobre princípios
encontrados na lei moral. Jesus está ensinando em detalhes o que é o amor que
Ele colocou como o sinal de identidade de Seus discípulos para com “todos”.
Seis vezes Jesus afirma a Seus discípulos que se eles realmente O amavam, eles
se submeteriam aos Seus mandamentos. Logo, o verdadeiro amor a Jesus,
estabelece o princípio da obediência. O amor a Jesus não é algo abstrato,
indefinido. A obediência fundamenta-se sobre princípios. É impossível obedecer
a algo indefinido.
Em Sua sétima declaração relacionando o amor com os
mandamentos, Jesus disse que, Ele, observando os mandamentos do Pai, permanece
em Seu amor. (Jo 15:9 e 10). É importante compreender que Jesus em Sua passagem
por este mundo, para redimir o homem, observou os mandamentos de Deus, seu Pai,
para demonstrar-Lhe amor.
Um pouco mais à frente acrescenta outro argumento forte: ”Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu
vos mando”. – Vs 14
Pense: “Assim como o Pai me amou, também eu vos
amei:… como, observando os mandamentos do meu Pai, eu permaneço no seu amor”. –
Jo 15:9 e 10
Desafio: “Tenho grande
alegria em fazer a tua vontade, ó meu Deus; a tua lei está no fundo do meu
coração”. – Sl 40:8 – Nova Versão Internacional.
Fonte:
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Ame seus inimigos
Ensinos de Jesus
Ame seus inimigos
Pr. Albino Marks
No sermão da montanha Jesus declarou: ”Se vocês amarem aqueles que os amam, que recompensa vocês receberão?
Até os publicanos fazem isso”. – Mt 5:46 – Nova Versão Internacional. Em
harmonia com esta declaração de Jesus, temos um tipo de amor que é comum a
todas as pessoas. Não é com este amor que Jesus nos desafia a amar.
Jesus também declarou: “E
se saudarem apenas os seus irmãos, o que estarão fazendo de mais? Até os pagãos
fazem isso!” - Mt 5:47 – Nova Versão Internacional. Está se tornando comum
em nossos serviços de adoração o momento de confraternização para demonstrar o
apreço que temos pelo nosso irmão. Mas, segundo Jesus, este tipo de expressão
de amor não caracteriza os Seus seguidores perante os outros, porque eles
praticam o mesmo procedimento.
Jesus também colocou perante os seus ouvintes e mestres da
lei, outro mandamento menor da lei de Moisés, muito delicado: “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Olho por
olho e dente por dente’”. – Mt 5:38 – Nova Versão Internacional.
O mandamento de talião determinava a retribuição justa para
quem atentasse contra seu próximo, com o objetivo de reflexão, antes de
praticar o ato. Este conceito Deus colocou perante Caim, quando maquinava matar
seu irmão: “Se procederes bem, não é
certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à
porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo”. – Gn 4:7 –
ARA.
Os fariseus, em sua justiça própria, aplicavam este mandamento
com toda a força da letra. Odiavam os inimigos e retribuíam com a mesma moeda,
se as circunstâncias o permitissem.
Jesus envolveu este mandamento com o amor manifestado por
Deus para Caim. Deus não executou a retribuição justa para o ato de Caim, mas
ofereceu-lhe uma segunda oportunidade, de graça, para arrependimento e
conversão. Esta dimensão Jesus colocou para os Seus ouvintes: “Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e
orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu
Pai que está nos céus”. – Mt 5:44 – Nova Versão Internacional.
Amar os inimigos, orar por aqueles que nos maltratam é o
amor que nos identifica como filhos de Deus, e proclama que vivemos tal como
Jesus viveu.
Pense: “Se o seu
inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber. Fazendo
isso, você amontoará brasas vivas sobre a sua cabeça”. – Rm 12:20 – Nova
Versão Internacional.
Desafio: “Jesus disse:
‘Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo’”. – Lc 23:34 – Nova
Versão Internacional
Fonte:
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Serviço amoroso
Ensinos de Jesus
Serviço
amoroso
Pr. Albino Marks
Para Abraão, Deus declarou em forma de apelo: “Sê tu uma
bênção!” – Gn 12:2. Todo aquele que em sua vida experimenta a graça do perdão e
da transformação operada pelo poder de Deus, é concitado para o serviço amoroso
em favor de seu semelhante. Viver como Jesus viveu, requer a entrega de nossa
vida aos desígnios redentores de Jesus.
Perdoados e justificados pela graça manifestada por Jesus,
santificados pela operação do Espírito Santo em nosso caráter, devemos produzir
os frutos como resultado deste novo relacionamento, praticando boas obras. Algo
precisa dizer ao mundo que nos rodeia do que a graça fez por nós. Disse Jesus: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos
homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está
nos céus”. – Mt 5:16 – Almeida Revista e Atualizada.
Em verdade é impossível separar a graça e a justiça pela fé,
das boas obras geradas pelo grande acontecimento da justificação. É tão
impossível como separar a noite do dia. Um segue ao outro em sequência natural
e espontânea. Assim também a prática de boas obras é espontânea para quem
verdadeiramente passou pela experiência da justificação por graça. Se a prática
de boas obras não acontecer é porque a graça não recebeu a oportunidade para
atuar.
O problema para compreender esta experiência está no fato de
as boas obras se identificarem com os princípios da lei moral. Fazer o bem
significa praticar os princípios da lei moral. Porque é pelo ensino da lei
moral que compreendemos o que é bom e o que é mau, o que é certo e o que é
errado, o que é justo e o que é injusto, o que é puro e o que é impuro, o que é
santo e o que é contaminado...
Não existe linha demarcatória para fazer o bem. Jesus
ensinou que o nosso próximo é todo aquele que está necessitado de ajuda. No
entanto, Paulo faz questão de enfatizar que a primeira responsabilidade é com
aqueles que vivem a mesma fé, o mesmo amor e a mesma esperança.
Quando Cristo se manifestar para restabelecer em toda a Sua
glória o Seu domínio sobre esta Terra, julgará os atos de cada ser humano. O
que fizemos com as oportunidades que nos foram concedidas para ser uma bênção?
Qual será a nossa surpresa? De aprovação ou de condenação? Se aprendemos a
viver como Cristo viveu, já estamos a Seu lado direito nesta vida.
Pense: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a
seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Por isso, enquanto tivermos
oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé”.
– Gl 6:9 e 10 – Almeida Revista e Atualizada.
Desafio: “Portanto, agora já não há condenação para
os que estão em Cristo Jesus”. – Rm 8:1 – Nova Versão Internacional.
Fonte:
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Ame seu próximo
Ensinos de Jesus
Ame seu próximo
Pr. Albino Marks
Certa oportunidade um mestre da lei dirigiu-se a Jesus:
“Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?” – Lc 10:25 – Nova
Versão Internacional.
Jesus o conduziu para os ensinos da Escritura: “O que está
escrito na Lei?” – Lc 10:26.
Na resposta, o mestre da lei, enunciou a síntese dos Dez
Mandamentos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Quando Jesus lhe declarou que estava no caminho certo, ele tornou com outra
pergunta: “E quem é o meu próximo?” – Lc 10:29.
Em resposta, Jesus contou a parábola do homem que caiu nas
mãos de assaltantes, relacionado com três viandantes passando pelo ferido. Dois
passaram de largo, mas o terceiro o socorreu. Terminando, Jesus fez a pergunta:
“Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos
assaltantes?” – Lc 10:36 – Nova Versão Internacional.
Este princípio básico para a conduta humana em seu
relacionamento de uns para com os outros é o princípio básico do trono e
governo de Deus. Quando o relacionamento espiritual e moral é correto e
positivo para com Deus, induzirá a um relacionamento correto e positivo para
com o próximo. O relacionamento de amor para com o próximo, com quem convivemos
em nosso cotidiano, revelará que nosso relacionamento de amor para com Deus, a
Quem não vemos, está sob a sólida base da fé na graça transformadora e do amor
de Deus derramado em nosso coração pelo Espírito Santo. “Se alguém disser: Amo
a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão,
a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”. – 1Jo 4:20 – Almeida Revista e
Atualizada.
Parece paradoxal a afirmação de João. Como entender que a
verdadeira piedade prática começa com o relacionamento com o próximo e não com
Deus? O que João está ensinando é que se começamos uma relação espiritual com
Deus, necessitamos ampliar a nossa prática espiritual, demonstrando verdadeiro
amor para o próximo. Se isto não acontece, então a relação com Deus não teve
começo. A lei do amor inclui amor a Deus sobre todas as coisas e amor ao
próximo. Separar estes dois relacionamentos em compartimentos estanques para
viver apenas um deles é não viver coisa alguma em termos espirituais. O nosso
amor para com Deus precisa derramar-se sobre o nosso próximo, para demonstrar
que compreendemos esta experiência.
Pense: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o
amor com que vos ameis uns aos outros: Pois quem ama ao próximo tem cumprido a
lei. Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e,
se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás a teu
próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte
que o cumprimento da lei é o amor”. – Rm 13:8-14 – Almeida Revista e
Atualizada.
Desafio: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês
querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os profetas”. – Mt 7:12 – Nova
Versão Internacional.
domingo, 10 de agosto de 2014
Como Jesus Viveu
Ensinos de Jesus
Pr. Albino Marks
Demorando-nos em analisar a vida de Jesus, encontraremos uma
sequência interminável de atos de bondade. Jesus não desprezava o mais humilde
ser humano, como não omitia os mais elevados da sociedade. Assim como se
detinha com terna solicitude e bondade sobre o esquife de uma pobre viúva, que
perdera seu único filho, acompanhava com o mesmo espírito o comandante aflito,
pela perda da filha amada. Tal como ouvia com bondosa atenção as inquietudes de
um príncipe, também recolhia em seu regaço meninos e meninas para acalmar seus
temores infantis.
Certamente uma das mais emocionantes demonstrações de como
Jesus viveu, encontra-se nas pessoas de Maria Madalena e Simão. Duas vidas que
o pecado lançou na lama da imoralidade e do orgulho e presunção hipócrita.
O toque do amor de Jesus reconstruiu as duas vidas. Jesus
devolveu para Maria o respeito próprio, a dignidade pessoal e o amor por si
mesma. Nunca mais olhares famintos pelo pecado receberiam a resposta dos
olhares de Maria. Maria passou a odiar e rejeitar o pecado, mas através dos
olhos transmitia uma mensagem de enternecido amor para o pecador. Milagre que
só o amor pode operar.
Esta nova vida de Maria, com seu olhar de pureza imaculada,
envolveu com poder irresistível o seu endurecido sedutor, Simão. No seu
banquete oferecido a Jesus, procurando apaziguar a consciência transtornada e
turbulenta, encontrou nos olhos e no semblante de Maria o poder do perdão
transformador de Jesus. A manifestação do amor de Jesus, agora refletido no
olhar de compaixão e amor de Maria, atuou como um raio fulminante sobre a
soberba e a justiça própria de Simão. “Viu a magnitude do débito que tinha com
seu Senhor. Seu orgulho humilhou-se, ele se arrependeu, e o altivo fariseu
tornou-se um humilde e abnegado discípulo”. – Desejado de Todas as Nações, pg.
568.
Aos pés de Jesus encontravam-se o sedutor e a seduzida. Duas
vidas que foram degradadas e atormentadas pelo arqui-inimigo de Deus e dos
homens. No entanto, o acontecimento que se tornou uma dupla tragédia sob o
poder do grande enganador, envolvendo estas vidas no pecado, foi transformado
em dupla vitória pelo poder do Amor.
Aquele que recebe esta graça do Espírito tornar-se-á
semelhante a Jesus, transformando-se em caudal de bênção transbordando em atos
de bondade para com seus semelhantes.
Pense: “Maria fora considerada grande pecadora, mas Cristo
sabia as circunstâncias que lhe tinham moldado a vida. Poderia haver-lhe
extinguido nalma toda centelha de esperança, mas não o fez. Fora Ele que a
erguera do desespero e da ruína. Sete vezes ouvira ela Sua repreensão aos
demônios que lhe dominavam o coração e a mente. Ouvira-Lhe o forte clamor ao
Pai em benefício dela. Sabia quão ofensivo é o pecado à Sua imaculada pureza, e
em Sua força vencera“. – Desejado de Todas as Nações, pg. 568.
Desafio: “Quando
alguém se faz cristão, torna-se uma pessoa totalmente nova por dentro. Já não é
mais a mesma. Teve início uma nova vida!” – 2Co 5:17 – Bíblia Viva.
sábado, 9 de agosto de 2014
Novo mandamento vos dou
Ensinos de Jesus
“Novo
mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que
também vos ameis uns aos outros”. – Jo 13:34.
Os fariseus colocaram Jesus à prova tentando encontrar um
motivo para O acusar e assim ter oportunidade para condená-lO:
“Perguntou-lhe:
Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Jesus respondeu: ‘O primeiro é:
Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, o Senhor teu Deus
de todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu pensamento e com
toda a tua força. Eis o segundo: Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. Não há
mandamento maior do que estes”. – Mc 12:28-31
Em Sua resposta aos fariseus, Jesus definiu dois mandamentos
fundamentados no amor, ágape, portanto, a mesma base do novo mandamento, que
Jesus não declarou ser o undécimo mandamento da lei. Quem costuma fazer esta
declaração, são os especuladores espirituais humanos.
Portanto, aqui encontramos, dois dias antes da proclamação
do novo mandamento, uma declaração de Jesus do que Ele quer dizer sobre o amor
e a maneira correta de amar. Ele definiu o amor como sendo o cumprimento
correto dos princípios de relacionamento entre o homem e Deus e o homem e seu
semelhante, estabelecidos por Deus em Sua lei, os Dez Mandamentos.
Pense: “Assim
sabemos que amamos os filhos de Deus: Amando a Deus e obedecendo aos seus
mandamentos”. 1Jo 5:2 – Nova Versão Internacional.
Desafio: “O
amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento da
lei”. – Rm 13:10 – Nova Versão Internacional.
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